O mercado livre de energia tem ganhado cada vez mais espaço nas novas maneiras de se consumir serviços básicos. Atualmente, com aumento da busca por consumo de meios de produção limpos, e o boom da sustentabilidade empresarial, entender mais sobre gestão de energia tem sido um fator fundamental para continuar antenado.

À princípio, trouxemos como conteúdo hoje mais informações que farão você entender melhor sobre como esse mercado funciona, e bem como ele transita entre as concessionárias autorizadas de fornecimento elétrico.

 

Afinal de contas, o que é e como funciona o mercado livre de energia?

O mercado livre de energia é um ambiente de negociação aberto para comprar energia elétrica. De antemão, as negociações são feitas de maneira voluntária entre as empresas compradoras, e as geradoras que disponibilizam este serviço.

Nesse modelo de consumo, o comprador pode escolher:

  • A empresa fornecedora;
  • Uma média de preço a ser pago;
  • O tempo de contratação;
  • Averiguar as flexibilidades;
  • E, em algumas companhias, existe a personalização do atendimento, para esclarecer possíveis necessidades e desejos do cliente.

Antes de tudo, você deve estar pensando, como essa regulamentação funciona? Afinal, existem concessionárias de energia autorizadas, que possuem um certo tipo de monopólio em cidades ou estados que atuam.

Antecipadamente, no modelo tradicional, existe um órgão chamado ACR (Ambiente de Contratação Regulada), é e a partir dele que são dispostas as regras sobre gerenciamento de energia.

No mercado livre de energia, a regulamentação é feita pela ACL (Ambiente de Contratação Livre), e a conversão de vendas é feita de maneira muito fácil.

 

ACL e ACR, entendendo a diferença

Na ACR, as grandes empresas geradoras de energia compram o “produto” em leilões do ramo, e, em seguida, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), delimita o preço de venda para a distribuição para a população.

É nesse tipo de modelo que temos os considerados “consumidores cativos”, pois, como dito acima, não conseguem acessar outro tipo de distribuidora, a não ser a presente na área onde moram.

Nesse molde, a população não pode escolher comprar energia de outro fornecedor. Todos precisam consumir o serviço da empresa que possui a licitação com a cidade e, em alguns casos, estado.

Do mesmo modo, também é nesse sistema que as famosas bandeiras tarifárias entram e, em momentos como o atual, com o aumento da crise hídrica, os valores e reajustes de tarifa tendem a subir mais e mais.

Esse é um dos fatores mais preponderantes na hora da escolha pelo mercado livre de energia, considerando como o ambiente atual está muito propenso a mudanças inesperadas, todo esse meio também é muito afetado.

Já no ACL, os consumidores presentes são classificados como livres e especiais.

Os livres possuem um fator de demanda de energia em, no mínimo, 1500kw. A partir disso, com esse volume de consumo, eles têm liberdade para escolher seu fornecedor através do mercado livre.

Já os consumidores especiais, tem uma necessidade de consumo bem menor, começando a partir dos 500kw, e podendo chegar a, no máximo, 1500kw. Para entrar no mercado livre de energia, eles precisam escolher alguma PCH (Pequena Central Hidrelétrica) para fornecer o serviço, que virá de fontes naturais, como energia de biomassa, eólica e solar.

 

Como saber se vale a pena fazer esse investimento?

Antes de mais nada, é preciso entender que as atuais tecnologias e serviços tem como objetivo facilitar o dia a dia e otimizar o tempo e lucro das empresas, e o mercado livre de energia está encaixado nisso.

Assim como o aumento do uso de energia solar, a liberdade em poder escolher sobre a energia a ser utilizada em uma empresa, é algo que jamais seria possível no passado.

A organização em também dividir os nichos, de modo que cada vez mais interessados possam usufruir do produto, mostra como esse meio é um local propício para levar seu negócio a ter mais autonomia e imagem forte no mercado.

Porém, sabemos que é normal ter algumas dúvidas a respeito, principalmente devido ao costume da imagem do consumo que provém apenas de grandes concessionárias de energia, por isso, iremos complementar ainda mais o conteúdo sobre o tema.

Se por acaso você deseja investir em um serviço como esse, se encaixa como consumidor especial, mas não tem um consumo que chegue a 500kw por mês, é possível unir seu fator de demanda juntamente com o de outra empresa, afim de alcançar mais eficiência energética.

Agora, falando ainda mais sobre os benefícios, o mercado livre de energia é a melhor opção para quem também está em busca de economia e boas negociações.

Ao fechar um contrato, é possível aproveitar inúmeras flexibilidades, como delimitação do preço, tempo de parceria, e outras necessidades que possam ser atendidas.

Voltando a questão da crise hídrica, no mercado livre, questões climáticas, que afetam tanto essa área, não fazem parte das preocupações dos consumidores, já que os preços são sempre pré-definidos durante contratação, e os órgãos nacionais como ANEEL e CCEE (Câmara de Consumo de Energia Elétrica), não interferem em nada.

Além do mais, com as duas predefinições de cliente, os livres e os especiais, tanto grandes, quanto pequenas empresas podem investir nesse serviço, dando um pontapé para o início da realização de outras metas da companhia, considerando que a energia elétrica é um bem de consumo básico, que nenhuma empresa que visa crescer e permanecer no mercado, consegue realmente viver sem.

Na Ledax, temos uma estrutura completa para auxiliar sua empresa de acordo com suas demandas. Em nosso portfólio, contamos com um serviço de extrema qualidade para o mercado livre de energia, com atendimento e prestação de serviço personalizado, de acordo com o desejo de sua marca.

Desde já, é possível observar como esse meio tem sido bem aceito no Brasil, de modo que já existe uma discussão para que imóveis residenciais e pessoas físicas também possam usufruir deste das facilidades envolvidas.

Gostou do conteúdo de hoje? Então compartilhe e continue de olho em nosso Blog para mais dicas.