Nos últimos anos, o investimento em energia solar aumentou drasticamente no Brasil. No início, o modo de captação era mais visado por grandes empresas, como as do ramo da indústria, por exemplo, porém, com o passar do tempo, o investimento de empresas menores nessa área também aumentou muito.

Segundo dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), após o aumento das bandeiras tarifárias terem alcançado seu máximo em 2021, chegando ao nível vermelho e sendo estudado a possibilidade de ser criado um novo nível, popularmente conhecido como “bandeira preta”, os empresários passaram a olhar mais para esse meio de abastecimento solar, tanto o elétrico quanto o térmico.

Somente no primeiro semestre deste ano, foram mais de 142 mil investimentos nesse tipo de sistema, a fim de conseguir fugir dos altíssimos preços das despesas mensais de eletricidade, e também para usufruir mais da tecnologia.

Esse número simplesmente superou em 44,3% o volume do mesmo período de 2020, onde houve a abertura de cerca de 98 mil novas “miniusinas”.

Entretanto, mesmo com o boom dessa iniciativa, ainda restam muitas dúvidas na mente de quem já começou a se interessar por esse serviço, como também muitas informações falsas a respeito.

Hoje, nós iremos tentar sanar um pouco dos principais questionamentos a respeito do tema, e também explicar um pouco mais sobre os métodos.

 

Tipos de energia solar

Os tipos de energia solar podem ser divididos entre dois. Energia elétrica e térmica.

Estas podem ser extraídas a partir de:

  • Painéis fotovoltaicos;
  • Usinas heliotérmicas;

Fotovoltaica

Nos painéis fotovoltaicos, a extração resulta tanto em energia elétrica quanto em térmica. O processo se dá quando a radiação solar entra em contato com o objeto e se transforma na hora em energia elétrica, através da condução dos elétrons.

Essa conversão se dá pelo material presente nas placas. Ele precisa ser do tipo condutor, caso contrário a fusão não ocorre. Normalmente, o material usado em equipamentos como esse é o silício.

Esse tipo de sistema não é da categoria dos que exigem uma quantidade muito densa de radiação solar, porém, ele também não oferecerá uma quantidade muito grande de energia se houverem muitas nuvens no dia, de modo que o céu fique coberto.

Sendo assim, os equipamentos fotovoltaicos são muito úteis tanto para empresas, quanto para pessoas físicas que desejam investir nesse tipo de energia, de modo a conseguir otimizar e equilibrar finanças, qualidade de vida e tempo. Portanto, é um investimento a longo prazo.

Heliotérmica

O modo de captação de energia solar através do método termoelétrico é um pouco mais devagar em comparação com o fotovoltaico. Em suma, este armazena o calor proveniente do sol, depois transforma esse calor em energia mecânica e, por fim, trabalha até resultar em energia elétrica.

O “material” é recolhido a partir de espelhos, heliostatos ou coletores, pois estes fazem o papel de refletir e armazenar a energia recebida.

No processo, todo o calor armazenado será usado como uma espécie de combustível, a fim de conseguir movimentar as turbinas, o que resultará no gerador começando a usar esse calor para transformar em energia elétrica.

Pontos negativos e positivos

Como dito acima, ainda existem muitos mitos a respeito da escolha por investir em energia solar. Pensando nisso, também iremos te falar o que, comumente, há de positivo ou “negativo” na produção desse tipo de energia, de modo que fique mais fácil assimilar e entender qual a melhor opção, de acordo com as suas necessidades.

Um dos pontos que mais atemorizam os possíveis compradores de equipamentos como esse, é o alto valor de mercado em comparação com energia de fontes não renováveis.

O que precisa ser pensado, é que um produto deste tipo tem uma vida útil muito grande – em média 25 anos – e baixo valor de manutenção, e sua aquisição é justamente para gerar uma economia gradativa para os gastos do imóvel.

Outro ponto muito destacado, é que um painel de energia solar depende da condição atmosférica, ou seja, tanto durante a noite, quanto em dias nublados e chuvosos, não haverá produção de energia solar, seja essa térmica, ou elétrica.

Mas, o que é necessário ser entendido, é que um serviço como esse não irá substituir por completo as fontes de energia não renováveis em um lugar – a não ser que haja um investimento focado nisso.

Ou seja, é preciso avaliar, em todos os aspectos, como cada pró e contra se encaixam em sua expectativa de aquisição. É preciso, sempre, levar em conta que adquirir um serviço/produto como esse, fará que não apenas o dia a dia e os gastos de uma empresa fiquem mais leves, mas lembrar também que a imagem do local também será muito mais forte perante o consumidor.

Mas então, vale a pena investir em energia solar?

Sim, vale muito a pena. A energia solar é considerada uma fonte limpa de energia renovável, bem como uma das mais promissoras no mercado.

Com a presença da atual crise hídrica – principal fonte de energia no Brasil – muitos negócios estão em busca de meios relevantes para economizar neste momento. Devido a isso, averiguar com atenção cada oportunidade presente é muito importante.

É preciso entender que um sistema de energia solar é um investimento alto, como dito acima, mas a economia que ele proporciona faz com que haja um retorno de investimento em apenas alguns anos.

Além disso, o número de consumidores que escolhem consumir apenas de marcas que atuam sem prejudicar o meio ambiente, está crescendo muito.

A energia solar não apenas diminui gastos mensais, mas também ajuda na preservação das reservas naturais, agredindo menos o meio ambiente.

Nós, da Ledax, oferecemos serviços de produção e instalação personalizadas para painéis solares. São inúmeras empresas já beneficiadas, e nossa previsão de economia chegando a 95% por mês, com retorno médio de investimento em 5 anos.

 

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